maio 24, 2017

Santa Sara Kali!

Bom dia queridas pessoas.
Hoje, dia 24 de maio comemora-se o dia de Santa Sara Kali, a protetora do povo cigano.
Ano passado fiz um post sobre a festa que acontece em homenagem a ela, em Saint Marie de La Mer, uma pequena vila de pescadores localizada no centro-sul da costa do mediterrâneo, França, na região de Camargue.
Vejam aqui um pouco mais.



E pela minha fé e amor ao povo cigano, eu gostaria de deixar aqui nesse dia tão especial, o meu carinho e devoção a Santa Sara, e dizer que todas as pessoas, independente da fé deveriam ter mais respeito entre si, e buscar desenvolver mais em seus corações o amor, a caridade e a compaixão.




O mundo só será evoluído e as pessoas mais felizes na alma, se todos conseguirem entender que o respeito por tudo e por todos está ligado a uma questão evolutiva, de comportamentos, sentimentos e principalmente a compreensão do Amor Maior.
E isso inclui o respeito pelas etnias, culturas, religiões, povos, etc.






Quando o amor puro e verdadeiro, bem como a ética e a moral, for a religião universal, aí sim todos nós poderemos ter a certeza de ser e estar feliz. E a parte que cabe a cada um de nós é somente compreender isso, e fazer de tudo que estiver ao nosso alcance, para que o outro também chegue a essa compreensão.




Isso, ao meu entender foi a mensagem que Jesus veio nos trazer, assim como Budha, Maomé, e tantos outros mestres, a elevação da consciência, e o desprendimento de tantos comportamentos errados.
Quando Ele disse que não veio trazer paz à Terra, e sim a divisão, Ele disse simplesmente isso, que haveria esse desamor, essa falta de respeito, de compreensão e caridade, e isso é o que mais vemos, apesar de "tanto conhecimento" sobre Ele.


Cruz de Camargue, que significa a fé ancorada no coração.


Hoje o meu post eu dedico ao povo cigano, e agradeço por toda essa cultura, que hoje muitos acham linda, no estilo de decorar, de se vestir, de dançar, de se viver, mas que não sabem das suas lutas e dificuldades, e portanto merecem pelo menos nosso total respeito.













Em nosso País tivemos grandes personalidades de origem cigana, como os presidentes Washington Luís, Juscelino Kubitschek, o poeta Castro Alves, e a escritora e jornalista Cecília Meireles.
E sem contar pelo mundo afora, quantas personalidades famosas.
Em 1831, o escritor francês Victor Hugo publicou a obra literária Notre Dame de Paris, também conhecida como o Corcunda de Notre Dame, obra esta que inspirou a peça musical Belle.




A obra veio a público originalmente com o título de "Notre-Dame de Paris", e nem sequer se centrava na personagem que a eternizou, uma vez que só quando foi traduzida para a língua inglesa em 1833, este nome apareceu no título. Em sua origem, constituía-se em um romance histórico, voltado para o público adulto, com o intuito de conscientizá-lo para a necessidade de se conservar a Catedral de Notre Dame.




Na obra, Victor Hugo não se limita a descrever apenas a antiga Catedral, mas ilustra historicamente a sociedade da Paris Medieval, e os contrastes dos seus personagens, desde os pedintes e ciganos, até ao rei e à nobreza.
A história passa-se em 1482, em Paris, a capital da França. A ação desenrola-se dentro e em torno da Catedral de Notre Dame, na Ilê de la Cité, no meio do rio Sena. Aqui estavam situados os dois grandes monumentos da cidade naquela época: a Catedral e o Palácio da Justiça, o que centralizava, na ilha, a religião e o governo de Paris.
A Catedral, construída em 1330, era a principal igreja de Paris. Além de importante local de oração, aceitava órfãos e pessoas que ali procuravam refúgio da lei.




As personagens da história provêm de todas as camadas sociais existentes em Paris na Idade Média: membros do clero e fidalgos cruzavam-se com ciganos e mendigos nas ruas da Île de la Cité. Luís XI de França era o soberano na época, e costumava assistir diariamente a missa na Catedral.
Paris não possuía uma força policial. Oficiais da guarda pessoal do rei e grupos de fidalgos patrulhavam as ruas para manterem a ordem.




Havia então em Paris muitos pobres e sem-abrigo. Alguns destes proscritos eram pedintes, ciganos, pessoas com deficiências, doentes e ladrões. Estes elementos eram percebidos pela sociedade como uma ameaça. O povo cigano era nômade e viajava de cidade em cidade. Alguns ganhavam a vida exibindo-se nas ruas.



A Obra gira em torno de um homem coxo e deformado que foi adotado pelo arquidiácono Claude Frollo. Batizado de Quasímodo, enfrenta uma série de peripécias por conta de um amor não correspondido pela bela cigana Esmeralda.
Esmeralda é uma personagem que representa uma espécie de beleza suprema, quase celestial, o que faz com que dois homens, Quasimodo e Dom Claude se apaixonem por ela.

São duas formas de amar diferentes. Quasimodo ama-a de uma forma desinteressada, enquanto Frollo nutre por ela uma enorme paixão, repleta de desejo, embora muitas vezes se note uma grande ternura e carinho pela cigana.

No entanto, Esmeralda, não corresponde ao amor de nenhum dos dois, preferindo amar Phoebus, um soldado que apesar de dizer que a ama, tem uma noiva e não nutre nenhum tipo de sentimento por Esmeralda, a não ser desejo.





A narrativa trata de cada Personagem com profundidade, e apesar da narrativa se passar no século XV, não muda muito a sociedade da época para a atual, seja na França ou qualquer outro lugar no mundo.

Na Paris do século XV, essa jovem cigana, chamada Esmeralda, dança na praça da Catedral de Notre Dame. Sua beleza transtorna o arquidiácono Claude Frollo, que, perturbado pela beleza da moça e querendo afastar-se dessa tentação, ordena que seu sineiro, o disforme Quasímodo, que rapte a moça. Esmeralda é salva por um grupo de arqueiros, comandado pelo capitão da guarda Phoebus de Châteaupers.

Quando a cigana reencontra Phoebus, alguns dias mais tarde, ela demonstra todo o amor que passou a dedicar-lhe. Apesar de comprometido com a jovem Fleur-de-Lys, Phoebus fica seduzido pela cigana. Ele marca um encontro com ela em um local fechado mas, quando está chegando a seu objetivo, Frollo aparece e o apunhala.




Acusada de assassinato, a bela Esmeralda não aceita, para escapar do suplício, se entregar a Frollo. Quando é levada ao átrio da catedral para receber a sua sentença de morte, Quasímodo, que também a ama, porém de forma desinteressada, se apossa dela e a leva para dentro da igreja, onde a lei de abrigo a torna protegida. Quasimodo passa a noite tratando dela.




No entanto, as pessoas com quem Esmeralda vive vêm libertá-la. Frollo aproveita-se do tumulto formado, para levá-la com ele e tenta seduzi-la. Furioso com sua recusa, ele a entrega às garras de uma velha reclusa do "buraco dos ratos", uma eremita enterrada por sua vontade nesse buraco no chão e considerada louca. Porém, ao invés de despedaçar Esmeralda, a velha reconhece na cigana sua própria filha e a poupa. Esmeralda não consegue desfrutar de uma paz muito longa; logo em seguida, os guardas da cidade a encontram e ela é encaminhada novamente para a sua execução, na praça da catedral.
Do alto da Igreja de Nossa Senhora, Quasímodo e Frollo assistem à execução. Quasímodo, louco de desespero, atira o padre do alto da torre e desaparece para sempre.




A obra de Victor Hugo que inspirou o musical é muito divulgada na França e em toda Europa.
Na peça musical, Belle, a música, é dividida em três partes distintas e um final.
Primeiro canta Quasimodo, posteriomente Frollo e por último Phoebus.

Quasímodo, uma pessoa fora dos padrões estéticos, mas com um espírito puro, um coração e um amor verdadeiro, tranquilo, mas limitado pelas suas dificuldades expressas em seu corpo físico.




Frollo, um clérigo que em respeito aos votos de castidade, realizaria todos os seus desejos de forma escondida, mas sustentando a aparência de correto, como homem de Deus, perante à sociedade. Poderia cometer atrocidades, mas se garantindo em nome de Deus.




E por fim, Phoebus, um homem aparentemente considerado normal para a sociedade, mas que se deixaria levar pelos encantos de uma linda mulher, assumindo como podemos ver na sua fala, a sua essência humana também, sujeita às fragilidades do espírito, com muito a aprender.




Estudando a História, as pessoas ao longo das épocas, podemos ver que viver a Vida é isso, é aprender a se relacionar, aprendendo portanto, a crescer no Amor, a olhar pra si e julgar a si mesmo, antes de julgar o próximo, ou mesmo classificar um povo, uma raça, uma etnia pelo comportamento de alguns, quer sejam membros ou não de um grupo.


A Vida não foge disso!
Essa é a essência!
Passa-se o tempo...Mas a História se repete nos dias de hoje. Os cenários são os mesmos praticamente, somente mais modernizados, e os personagens desta vida só vestiram outras roupas...

Toda as estórias e histórias servem de exemplos para observarmos aos olhos do amor, como podemos melhorar os nossos comportamentos, pensamentos e emoções, e portanto, uma maneira de despertarmos cada dia mais para a luz.

Eu desejo portanto, a todos vocês um dia muito belo, como os encantos da aprendizagem que o musical Belle nos transmite, à respeito dos comportamentos humanos, e que Santa Sara Kali nos dê força e coragem para nos inspirarmos ainda mais na sua fidelidade aos ensinamentos de Jesus, e que a fé, a esperança permaneça sempre nos nossos corações, mas que principalmente o amor jamais falte em primeiro lugar, em todas as nossas atitudes.

Um beijo pra vocês e tenho certeza que vocês irão adorar essa maravilhosa música, com os cantores e intérpretes do musical.






maio 23, 2017

Fachadas De Comércios Na França!

Bom dia queridas pessoas.
Como é bom podermos usufruir de um bem viver com arte, requinte e história...
Em países onde a cultura, a arte e a História é preservada, sem importar a idade, tudo que é belo, que agrada aos olhos, e que conta para nós algo a respeito das memórias deveria ser pra sempre preservado e restaurado.

A riqueza daqueles detalhes das construções antigas não vemos mais praticamente, a não ser somente um pouco daquilo que foi tombado pelo patrimônio histórico, e que assim mesmo corre o risco de deixar de existir.

Outro dia fui na cidade de Tatuí, no interior de São Paulo, e numa casa do centro da cidade, em frente a um café super aconchegante, os janelões antigos ainda preservam os vidros todos bisotados, com um trabalho que parecia uma renda, a coisa mais linda.

Como é bom ainda poder ver algo assim tão belo...Os nossos pensamentos viajam de volta numa época passada, e isso alimenta a nossa alma, com mais amor, nostalgia e sentimento de valores com os detalhes desta vida...

Por isso amamos viajar e conhecer o "Velho Mundo", e isso acontece com as boas músicas também, que ficam eternas nos nossos corações, e fazem um bem enorme.

Um grande beijo pra vocês.

Beatriz Oberg.






imagens: pinterest


maio 22, 2017

Quartos Que Aconchegam!

Bom dia queridas pessoas!
Como foram de final de semana?
Tudo bem com vocês?
Um quarto gostoso e que aconchega sempre é uma delícia.

Passamos pelo menos 8 horas por dia das nossas vidas neste ambiente da casa, e até mesmo para a nossa saúde ficar bem é importante que tenhamos tudo organizado, e que seja um espaço agradável, com bastante iluminação e ventilação natural.

Ideias que não faltam para nos inspirarmos neste conceito de quartos que aconchegam.
Reparem nos detalhes, como abajur, flores, quadros, velas, colchas, almofadas, que são elementos que trazem mais acolhimento aos ambientes.
Vejam ideias de abajur aqui

Desejo uma excelente semana pra vocês, e que a gente possa sempre levar para o nosso quarto pensamentos bons, de paz, alegria e amor.

Beijos,

Beatriz Oberg.





imagens: pinterest



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